Não há tempestades
Molharei sem fechar os tempos
No esquecer das noites
Vou caindo na cegueira
Frio
Me carregam os ventos
No inverno das ausências
Repouso em gotas
Vim sereno
Um rio em verde
Sem correr
Sem desaguar
Escorregando
Abundante
No mato
Ao sol
Vento de novo
Esperança pueril
Um mistério no tempo.
(Jonathan Julio)
08 Abr. 21

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